Espaço Saúde e Saber para crianças e adolescentes portadoras de deficiência auditiva – Macaé

Período(s): 01/04/2012 à 01/04/2013

Coordenador: Jane de Carlos Santana Capelli

 

Resumo:
No Brasil, de acordo com os dados do censo do IBGE (2000), há cerca de seis milhões de deficientes auditivos e sua incidência é de 3 portadores:1000 indivíduos. Silva et al. (2007) referem que 166.365 são incapazes de ouvir, 1.050.000 têm grande dificuldade de ouvir e 4.685.655 apresentam alguma dificuldade na audição. A Política Nacional de Atenção à Saúde Auditiva, instituída pela Portaria GM nº 2073 de 28 de setembro de 2004, em função da magnitude social da deficiência auditiva na população brasileira e suas conseqüências e da possibilidade de êxito de intervenção na história natural da deficiência auditiva, através de ações de promoção e de prevenção em todos os níveis de atenção à saúde, estabeleceu em seu art. 2°, parágrafo I, a necessidade de desenvolver estratégias de promoção da qualidade de vida, educação, proteção e recuperação da saúde e prevenção de danos, protegendo e desenvolvendo a autonomia e a equidade de indivíduos e coletividades, com assistência multiprofissional e interdisciplinar. No município de Macaé, tem-se a Associação Macaense de Deficientes Auditivos (AMADA), instituição filantrópica, que visa promover a socialização do deficiente auditivo. As atividades relacionadas à saúde e à nutrição são pontuais, existindo lacunas nas ações dos profissionais que acompanham a clientela em questão. Objetiva-se implementar ações voltadas à melhoria da qualidade de vida e saúde de crianças e adolescentes portadores de deficiência auditiva (DA) inscritos na AMADA.

UFRJ Campus Macaé
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